No blog do Deak, li um comentário da Paula Skromov, integrante do Comitê Pró-Haiti Brasil, sobre uma instituição em São Paulo que dá aulas de creoule haitiano. Isso é que é intercâmbio cultural. A Sala Sequoia ensina também guarani, aymara, quechua, yorubá. A seguir um resumo da aula de creoule.
As aulas são ministradas pelo prolífico professor Firto Regis. Ele é natural de Cap Haitien, ao norte do Haiti. Nas aulas, ele comenta as pequenas diferenças existentes entre o kreyòl do norte e do sul do país, e também as diferenças entre a elite rica e a maioria da população.
Agora, que moro e trabalho em São Paulo, vou checar os horários para ver se entro na turma. Até porque só ensaio algumas palavras do creoule. ![]()










Rapaz ouvi dizer que A ilha de cabo vede está num processo primitivo da língua portuguesa… e que lá eles falam Crioulo, é verdade? Até porque escutei Cesaria Evora que é caboverdiana e ela fala uma vertente do portugûes que é quase imperceptível…
Então, na pesquisa que fiz para o vídeo Bon Bagay Haiti descobri que há o conceito de línguas crioulas, ou seja, línguas mistas que surgiram durante o processo de exploração da África, Ásia, Oceania e América pelas nações européias. As línguas nativas, principalmente as africanas, se misturaram ao português (caso de Cabo Verde), ao francês (caso do Haiti), ao espanhol (caso das Filipinas) e outros. Tive um amigo caboverdiano em Brasília que me apresentou o crioulo de Cabo Verde. Realmente tem pouca semelhança com a nossa fala. Não é um português primitivo, é a mistura com outra língua.