Congresso autoriza mais 100 militares para o Haiti

Quando a proposta passou pela Câmara, eu tinha feito somente um twitter. Agora escrevo um post para registrar que terminou nesta quinta-feira (10) a tramitação no Congresso do projeto de decreto legislativo que aumenta em 100 soldados o contingente brasileiro na força de paz das Nações Unidas no Haiti. A companhia de engenharia se juntará ao grupo existente para reforçar trabalhos específicos de infra-estrutura, como asfaltamento de ruas, perfuração de poços, tratamento de água e outros reparos que os brasileiros quase sozinhos dentro da força de paz desempenham no Haiti. Agora, o projeto segue para sanção presidencial, o que permite o envio imediato do novo grupo.

Como comentei, a decisão de aumentar o efetivo foi um tema herdado da gestão do ex-ministro Waldir Pires. Na primeira oportunidade do ministro de lidar com a situação do Haiti, depois do afogamento da crise aérea, Nelso Jobim conversou com os comandantes das Forças Armadas. A dúvida era: devemos aumentar o efetivo simplesmente para comportar mais engenheiros ou reduzir o número de soldados e trocá-los por engenheiros? Venceu o primeiro argumento por convencimento dos militares sob a alegação de que a segurança “ainda é frágil” no Haiti. E o contigente seria necessário para manter a ocupação de áreas problemáticas como Cité Soleil.

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