Criminoso haitiano condenado nos EUA

Há quem diga que a justiça tarda, mas não falha. Nesse caso, ela errou em um e acertou em outro. Terminou nesta semana, o julgamento do criminoso de guerra Emmanuel “Toto” Constant (foto abaixo). Ele foi condenado a 15 anos de prisão. Mas, como havia falado aqui, não pelas violações dos direitos humanos. E, sim, por uma fraude no sistema hipotecário nos Estados Unidos. Constant que foi líder do grupo paramilitar FRAPH (Frente para o Avanço e Progresso do Haiti) e perseguiu partidários do ex-presidente Jean Bertrand Aristide após o golpe contra ele em 1990. Organizações de direitos humanos comemoraram a condenação da hipoteca como justiça pels crimes passados. Via Herald Tribune.

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4 comentários sobre “Criminoso haitiano condenado nos EUA

  1. Caro “Alú”.

    É incrível como o assunto da Haiti penetra, pouco a pouco, o cotidiano das minhas leituras. Sempre que possível encaminho informações a fim de te atualizar (será que faço isso meio tardio? não sei).

    Bom, a última novidade é que – provavelmente – o presidente do Haiti, René Préval, venha ao Brasil para conhecer um pouco mais sobre as ações de segurança alimentar. Faz parte de uma estratégia entre o governo federal e sociedade civil organizada para levar cooperação técnica aos haitianos.

    Bom, isso me faz lembrar das idéias e constatações de Josué de Castro. Um dos caminhos para amenizar as desiguldades é eliminar com a fome. Espero que não seja só uma cooperação (será que é cooperação mesmo a palavra?). Acho que é preciso levar as idéias, as técnicas e tentar atender, principalmente, as reais necessidades daquela sociedade.

    É isso… vamos lá! Espero amadurecer ainda mais as ideáis em relação ao assunto. Ainda estou embrionária.

    Abs

  2. Bárbara, escreva sempre. Sempre bem-vindas suas colaborações. Essa reflexão sua sobre a (in)segurança alimentar e a pobreza dos haitianos foi levantada por algumas entidades e pelos próprios militares no começo da missão da ONU. O problema é que a cooperação internacional e as doações de grandes países para projetos sociais demora muito a chegar por lá. O tempo da diplomacia é outro. O balanço é que quatro anos depois, temos alguma evolução da questão da segurança. Mas que pode vir abaixo caso haja uma saída rápida ou uma deteriorização na situação social.

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