O tempo e o respeito

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Inezita Barroso. Algumas pessoas lhe criticavam publicamente. E outras que não tinha coragem de criticar sua figura passavam a atacar a produção do programa. E todos esses críticos sabiam que a última palavra sempre era dela. Inclusive de todos os nomes que vinham ou não no Viola, Minha Viola. Salvo por problemas técnicos do atual momento da TV Cultura que inviabilizavam gravações grandes, como orquestras ou grupos de outros estados.

Uma dessas agitadoras virtuais fazia e faz do seu pequeno círculo uma projeção de sua sociedade do espetáculo, um espécie de contrabando imaginário, pobre e fragmentado de sua própria mediocridade real. Cospe fogo. Como uma folgada crítica de plantão. Ela e todos esses são drãos. E dragões.

Em tempo, não tenho nenhuma sugestão para substituição de Inezita Barroso no Viola, Minha Viola, da TV Cultura. Ela é uma montanha gigantesca na história da música caipira. Não há ninguém à sua altura. A notinha da Folha de S.Paulo sobre Sérgio Reis e Lima Duarte é de uma ingenuidade infantil. Não tem fonte, não tem nenhum pronunciamento claro. Mais um produto do jornalismo medíocre que temos. E repercute sem limites.

A vida continua, mas o respeito à Inezita é gigantesco. O fato agora é que todas as gravações do programa estão suspensas. Vamos iniciar uma retrospectiva dos 35 anos do programa com as músicas e os convidados que construíram essa história ao lado da Dona Ignez. A força está na raiz. Não nos boatos.

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