Sobre mim

Aloisio Milani tem 33 anos. É jornalista, blogueiro, roteirista e produtor musical. Amante de cultura caipira, do jazz e do jornalismo investigativo. Criou um blog depois de todo mundo para escrever sobre cultura, mídia, política de comunicação e publicar suas idéias, análises, pautas e matérias. Também está no twitter, no facebook, no orkut, no flickr e outros cantos virtuais.

Atualmente, é roteirista e produtor do programa “Viola, minha viola”, da TV Cultura, programa com 35 anos de história e se tornou o templo da música caipira. Junto com a equipe do programa, é testemunha dos novos caminhos melódicos e rítmicos do gênero. Sinal de que esta música não morre tão cedo. Apesar de muita gente querer. E não conseguir.

Nas andanças multimidiáticas, acabou por ser editor, revisor e entrevistador no projeto Produção Cultural no Brasil, um grande debate cultural a partir de 101 entrevistas de diferentes áreas: literatura, cinema, música, teatro, artes plásticas, integradas, além de gestores e trabalhadores da cultura.

Outra provocação multimidiática foi desenvolver em menos de 24 horas o site colaborativo e de jornalismo solidário ao Haiti, após o terremoto que matou mais de 200 mil pessoas. A página é resultado do projeto Haiti.Org e busca estruturar uma rede de colaboradores e analistas de diversas línguas para discutir o futuro de um país que passou por recentes golpes de Estado e fracassadas missões das Nações Unidas.

Em 2009 foi colaborador da revista on-line Terra Magazine, do jornalista Bob Fernandes. Por lá publicou  reportagens sobre política, cultura, política, justiça, política, diplomacia, cultura, justiça, política e algumas coisas mais. Vale conferir a equipe de colunistas, blogueiros e repórteres do portal. Aqui abaixo um rabisco que o cartunista Paulo Caruso fez da cabeça dele na bancada de twitteiros do programa Roda Viva, da TV Cultura.

milani por paulo caruso

Em 2008, integrou a equipe da Repórter Brasil que estruturou uma pesquisa pioneira sobre a produção de biocombustíveis no país. Ao lado dos colegas Leonardo Sakamoto, Marcel Gomes, Spensy Pimentel, Maurício Monteiro e Verena Glass, ajudou a apurar e editar o primeiro relatório sobre os impactos da soja e da mamona sobre a terra, o meio e o homem. Para isso, viajou para o Paraná e Paraguai – pólos produtores de soja.

No mesmo ano, trabalhou como pesquisador e redator do livro “Brasil Direitos Humanos – 2008: A realidade do país aos 60 anos da Declaração Universal”, especificamente nos capítulos dos direitos à educação, saúde e segurança pública. Produziu textos recheados de números, garimpados em pesquisas setoriais e censos nacionais.

Foi editor-executivo da Agência Brasil, da Radiobrás, onde ajudou no processo de reposicionamento editoral do veículo público – com base nos conceitos de um jornalismo apartidário, objetivo e pluralista. Ficou lá três anos, três meses e doze dias. Gosta de lembrar desse período pelas reportagens e edições feitas com amigos da redação. Pautas mil, reuniões, urgências do hard news, algumas viagens e boas matérias.

Participa do projeto de catalogação da obra do jornalista Aloysio Biondi, um dos principais profissionais da história da comunicação brasileira. Conviveu com ele nos anos de faculdade e se inspira em seu legado de análise crítica e apuração detalhista. Em setembro de 2009, o acervo pessoal dele foi doado pela família à Unicamp. Detalhes dessa cerimônia, num texto publicado na Carta Capital.

É membro licenciado do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, entidade que luta pela democratização da comunicação no país. Integrou a equipe de edição do livro “Vozes da Democracia”. Destaque para o texto escrito em conjunto com Rodrigo Savazoni sobre o Diário da Manhã, em Goiânia. Uma experiência em que o leitor estava com as rédeas do jornal. Com Aloysio Biondi, Washington Novaes e tantos outros.

Também integrou a equipe de pesquisadores do Projeto de Governança Global organizado pela Campanha CRIS (Comunication Rights in the Information Society). Leia mais aqui. O objetivo era construir bases teóricas e ferramentas práticas para subsidiar a luta pelo direito à comunicação. Mecanismos que garantem transparência e controle público dos processos do Estado.

Já colaborou com Rolling Stones, Le Monde Diplomatique, Problemas Brasileiros, Educação, Carta Capital, Viração, Fórum, Democracia Viva, História Viva, Melhor Gestão de Pessoas, Diário de S.Paulo, Extra Classe, Oboré, Gazeta Mercantil, Sem Fronteiras, Guia de Profissões, Sítio do Caipira, Voto Consciente, Ciranda Brasil, Rádio América SP, Esquinas de S.Paulo, Emcrise, Overmundo, entre outros.

Formou-se na Cásper Líbero, onde teve a oportunidade de conhecer os professores Aloysio Biondi, Marco Antonio Araújo, Eugênio Bucci, José Arbex Jr., Marcelo Coelho e Luiz Costa Pereira Jr. Como projeto experimental, fez o livro-reportagem “Lagamares – retratos da exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil”. O saldo desse trabalho são duas ameaças de morte e uma boa denúncia jornalística, inclusive com a prisão de criminosos.

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38 comentários sobre “Sobre mim

  1. Oi Aloísio,

    um amigo paranaense me enviou um link sobre o webdocumentário que fez em Cittè Soleil, Porto Príncipe; fiquei bastante interessada em saber mais sobre suas viagens, já que faço também parte do Comitê Pró-Haiti, apartidário, solidário ao povo e sobretudo a entidades camponesas como o Tét Kolé e de esquerda Papda. Escreva-me quando possível, poderíamos trocar muitas informações.

    um abraço,

    Paula

  2. Tive que deixar um coments, pois além de estar acessando em pleno domingo, depois das 00:00, sou fã desse cara!!!
    E num é por ele ser meu primo, mas por ser quem ele é!

    Abraços primo!

  3. Caro Aloisio Milani,
    Primeiramento gostaria de parabeniza-lo pela rica produção sobre o Haiti. Sou um jovem trabalhador e faço parte da Juventude Revolução ( http://www.juventuderevolucao.org ).
    Temos acompanhado desde de 2004, quando as tropas brasileiras foram para o Haiti, o desenvolvimento dos capacetes azul no pais haitiano e o que vemos nos deixa preocupados. Lançamos uma campanha sobre a retirada das tropas brasileiras do Haiti. Pois certamente as consequencias para o povo haitiano não tem melhorado nesses ultimos anos e as tropas da ONU em conjunto com a PNH (Policia Nacional Haitiana) tem agido muito mais como repressão.
    Como já foi ao Haiti algumas vezes, gostaria de saber qual a sua posição sobre a permanencia das tropas brasileiras no Haiti?
    E para finalizar, te envio uma carta de um advogado haitiano que está exilado nos EUA dirigida ao governo Lula: Estamos coletando assinaturas, para subscrever a carta ao governo Lula. Você à subscreve?

    Um forte Abraço

    Joelson Souza
    Fonoaudiólogo – Aracaju-SE

    ———————————————————
    PRESIDENTE LULA DA SILVA,

    Alguma coisa desonesta se passa com os seus soldados no Haiti. Os soldados brasileiros fazem “raides” terríveis contra os habitantes de comunidades pobres e sem defesa no Haiti, deixando em sua esteira um rastro de sangue, lágrimas e mortes. A responsabilidade repousa em você, Presidente da Silva. Você é o seu comandante-em- chefe.

    O que fazem os seus soldados ao povo inocente do Haiti é pior do que as forças armadas do Haiti foram acusadas de fazer.

    Ninguém tentará diminuir a extrema importância de viver num estado de direito. Ninguém contestará a necessidade de obter um mandato de prisão apropriado antes que a corte apropriada peça a prisão do acusado e o envie à justiça. Mas um mandato de prisão coletivo que declara uma comunidade inteira criminosa é, em si, criminoso.

    Presidente Lula da Silva, o que você diria a Fredi Romelus por sua perda terrível? Seu filho de um ano, Nelson Romelus. Qual foi seu crime ? Por que ele foi executado pelos seus soldados? Seu irmão de quatro anos, Stanley, que morreu por causa de um ferimento na cabeça causado por uma poderosa arma de fogo? Sua mãe, Sonia Romelus, morta quando ainda abraçava seu bebe, Nelson, qual é o seu crime?

    Lelene Mertina, 24 anos, estava grávida de seis meses quando uma bala atravessou seu ventre, matando instantaneamente o feto. Do que era culpada para merecer isso?

    Presidente da Silva, segundo o relatório da ONU depois de um combate, os seus soldados passaram 7 horas atirando sobre uma população desarmada. Eles gastaram 22.000 cargas de munição, sabendo que visavam alvos sem motivo. Não é possível que seja isso o melhor que o povo brasileiro tem a oferecer. Como isso pode ocorrer enquanto é você o presidente do Brasil?

    O Dr. Martin Luther King Jr. nos lembrou que chega um momento em que o silêncio é uma traição. E você e seu governo ficarão silenciosos sobre essas atrocidades ?

    5 de abril de 2008, 2º Encontro Continental, Cidade do México

    Davi Josué
    Militante haitiano, membro da Coalizão « Power to the People » pela eleição de Cynthia McKinney Presidente dos EUA

    RETIRADA IMEDIATA DAS TROPAS BRASILEIRAS DO HAITI!
    PELA SOBERANIA DO POVO HAITIANO!
    LULA ROMPA COM BUSH E ATENDA O POVO!

    Participe da Campanha pela Retirada das Tropas Brasileiras do Haiti. Saiba mais no site http://www.juventuderevolucao.org

  4. Joelson Souza, obrigado pelo envio do material. Vou olhar com calma. Mas eis uma carta bem provocativa. Imagino que vocês devem ter entregado ao próprio Lula na visita recente dele ao Haiti. Ah… você perguntou a minha posição sobre a presença das tropas. Como jornalista, em minhas reportagens e aqui no blog, ouço todas as fontes possíveis para entender o que acontece no país mais pobre de nosso continente. Há pontos bons e ruins, vários ângulos a se explorar ali com a missão da ONU. É claro que prefereria que o Haiti pudesse de levantar sozinho. É claro que houve uma intervenção. E os militares brasileiros sabem disso. Mas a discussão da permanência ou não das tropas é a ponta de uma problema maior, cujos pés estão na dependência econômica, na relação com os Estados Unidos, no alto nível de corrupção e na existência de pelo menos cinco grupos armados com interesses diversos. Sou contra o uso desproporcional da força militar, sou contra a opressão dos pobres, negros e inocentes. Contudo, seria melhor com um lema assim: “ONU no Haiti: a transição para nossa segurança e soberania!”. Isso porque a ONU é maior que as tropas militares e tem um modelo de missão muito quadrado e moroso. E talvez uma retirada sem plano claro de saída seja pior do que temos hoje. Seguimos conversando. Abraços.

  5. Aloisio, boa tarde

    Sou estudante de jornalismo da UFMT, estou fazendo um trabalho de conclusão de semestre sobre jornalismo multimidia. Gostaria muito de ter uma contribuição sua, se possivel repondendo a algumas perguntas.

  6. Aloísio!
    Que coisa boa te “achar”! Lembra de mim?
    Enfim… estava hoje em uma palestra da Miriam Leitão aqui em Brasília e de repente você me veio à cabeça! Não sei se por conta da discussão do jornalismo em sí ou da paixão pela profissão, mas me lembrei de você e dos tempos de Radiobrás!
    Onde você está agora, como está vida, o que anda fazendo?
    Se puder, me escreva!
    Abraço!

  7. Caro Aloisio, no mês de Agosto houve uma seria de atos no Brasil (SP, BA, BSB e PE) debatendo o papel das tropas brasileiras no Haiti, com a presença do militante haitiano David Josué, o mesmo que endereçou a carta a Lula que postei aqui a um tempo atrás.
    Nos atos foi possivel assistir um video gravado por um jornalista estadunidense, sobre as atuações das tropas da ONU em 2006.
    Envio o link caso tenha interesse: http://video. google.com/ videoplay? docid=-635360408 4333423510&ei=oZHCSPLTL4LOrgL9 x-24BQ&q=O+que+se+passa+ no+haiti

    Em dezembro ocorrerá no Haiti a 3° Conferencia caribenha, que foi convocada por entidades e organizações haitianas e que discutirá também a questão da soberania nacional do Haiti. Posso te enviar por e-mail, penso que seja um material interessante sobre a situação do Haiti.
    Meu contato: joelsonfono@yahoo.com.br

    Forte Abraço

    Joelson Souza

  8. Aloisio,

    Assisti ao vídeo Bom Bagay Haiti, e gostei muito, gostaria de saber como adquirir o vídeo, pois irei apresentar um seminário sobre Historias do Haiti, e se vc. permitisse gostaria de passar o seu filme.
    Aguardo,

    Um abraço
    Meu contato: drica_2509@hotmail.com

  9. Olá Aloísio,

    Em busca sobre coisas relacionadas ao Haiti vim parar no teu blog. Uma pergunta o seu livro já está publicado?

    Estou preparando algo sobre o país tb

    Abraços

    Flavia

  10. Olá Aloisio, tudo bom?

    Meu nome é Felipe Ferraz e sou estudante de Jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco. Estou fazendo meu trabalho de concluisão de curso, que será uma série de repostagens para jornal impresso sobre a Missão de Paz do Haiti.

    Vi que você foi algumas vezes ao país. Será que você toparia me dar uma entrevista sobre as suas visitas e impressões??

    Aguardo sua resposta,

    Felipe Ferraz

  11. Prezado Milani, envio para seu conhecimento o posicionamento da União Nacional dos Estudantes aprovado na última reunião de diretoria no dia 18/10 sobre o Haiti.

    Moção Sobre o Haiti

    A UNE definiu em seu 51º Congresso apoiar a Comissão de investigação sobre o Haiti, que esteve naquele país e contou com um delegação de 5 países – entre eles o Brasil – para investigar qual a real relação das tropas da ONU, com a população Haitiana.

    A comissão ouviu diversas organizações populares e sindicais, trabalhadores e estudantes e concluiu que as tropas da ONU, sob o comando de tropas brasileiras, afetaram a economia, a democracia e infringiram direitos humanos.

    Diante disso, a União Nacional dos Estudantes, que sempre lutou pela soberania dos povos, se soma a luta pela retirada das tropas da ONU do Haiti, exigindo do governo Lula, uma ação neste sentido.

  12. Prezado Aloisio,

    Gostaria de trocar uma rápida idéia sobre o Haiti com você. Estive lá em 2007 e estou pensando em voltar em 2010 para realizar um trabalho acadêmico e uma simples conversa telefonica com voce pode me ajudar muito.

    Te deixo meu email, imagino que vc esteja super atarefado como posso perceber no seu blog, mas se puder, por favor me passe um forma de te ligar ou escrever.

    atenciosamente,

    Newton Campos
    http://www.newtoncampos.com
    Tel: onze (SP) trê dois cinco quatro, sete meia trê meia.
    Email: newtoncampos (tudo junto) arroba hotmail ponto com

  13. Rapaz, te achei!
    Tenho falado sobre ti com Larissa, a querida.
    Tô querendo falar contigo. Qdo puder, me escreve passando seus contatos que eu te ligo.
    Beijo pr´ocê e em todos/as aí.
    Taís

  14. oi Aloisio td bom?
    eu estou trabalhando num projeto do haiti, pode me ajudar!?
    me passa seu e-mail!
    obrigada e parabéns pelo site haiti.org!

  15. ´Não tenho certeza se é de tua autoria o texto: Por que professor não gosta de ler?
    se for deixo aqui registrado meu repúdio, falta de respeito com todos os professores, este texto foi usado no concurso do magistério público do Rio Grande do Sul.
    espero que entenda e desculpe se não foi o senhor que escreveu …
    Sou professora de Geografia e o que mais faço é ler para me aperfeiçoar e também leituras prazerosas!

  16. Caro Aloísio Milani.

    Em 2011, em um artigo de sua autoria para uma revista de educação, no qual o título era

    ” Por que professor não gosta de ler?”, no trecho a seguir fiquei na dúvida:

    Institutos de pesquisa, entidades de classe e editoras até hoje não conseguiram aferir, mas, nos bastidores, todos sabem: professor não gosta de ler. Como toda nota vermelha no boletim, essa também chega com muitas justificativas e desculpas. As explicações vão desde a formação educacional até o preço dos livros, passando pela indefectível falta de tempo.

    Qual o significado de indefectível nesse contexto?

    Se puderes responder te agradeço.

    Ivete Ferreira.

  17. Boa Noite!
    Eu fiz um concurso no RS aonde foi colocado um texto de sua autoria para interpretar.
    O nome do texto era :Por que professor não gosta de ler?
    Achei que houve erro no gabarito e eu gostaria de uma interpretação pessoal sua se possível, pois você é o autor.
    Havia uma questão, com o seguinte enunciado: Assinale verdadeira ou falsa nas seguintes possibilidades de compreensão de passagens do texto.
    ( ) Não se fizeram pesquisas ainda para avaliar o quanto os professores não apreciam ler,mas, embora não haja dados sobre isso, faz parte do senso comum dizer-se que o professor não gosta de ler.
    Minha opinião: Haviam dados no texto sobre a pesquisa da CNTE, acredito que a questão é falsa. Estou certa?
    Na outra questão, o enunciado dizia o seguinte:
    O sentido de aferir (linha 01), no texto, é de ____________, já o sentido que indefectível (linha 4) adquire em seu contexto é o de _________________.
    Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da afirmação anterior, na ordem em que aparecem.
    a) supor ou imaginar – que não tem defeitos
    b) marcar ou etiquetar – indesculpável
    c) entender – inaceitável
    d)confirmar ou medir via pesquisa – que não falta
    e) provar mediante testemunhos – intolerável
    Minha opinião: Confirmar ou medir via pesquisa é incorreto afirmar. Pois no texto existe dados da pesquisa da CNTE. Acredito que o sinônimo de aferir seria entender, pois é uma questão sociológica, a interpretação para indefectível seria inaceitável. Acredito que o sinônimo de aferir seria confirmar ou medir via pesquisa quando estamos falando de questões ambientas aonde a biologia e a química estão envolvidas. O que você acha?

    Att.
    Mônica Bauska
    e-mail: bauska@hotmail.com

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